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UMA VISテO BEM HUMORADA DO AMOR
O amor n縊 algo que te faz sair do ch縊 e te transporta para lugares que nunca vistes.
Escrito por foxlady às 01h14 BAHRAIN
O Jap縊 tem me proporcionado experi麩cias muito bacanas e uma delas a intera鈬o com estrangeiros. Tem pases que eu nem sonhava conhecer algu駑, tal como Samoa, Guan, Zambia, Etipia, Monglia, enfim, dezenas de paisinhos ou paises que ns das Am駻icas s ouvimos falar. Mas o mais impressionante at agora foi BAHRAIN. a minha geografia muito fraca e se resume a que eu tive nos anos de col馮io. Nunca tinha ouvido falar nesse pas, at me encontrar com um filho desta terra. O cara enorme, mas o mesmo que ele tem de tamanho ele tem de do輹ra. Super educado, gente finssima, um dos amigos mais preocupados com as amigas que a gente encontrou por aqui. Bem, aqui est rolando tamb駑 as eliminatrias para a copa do mundo e bahrain est no mesmo grupo que o Jap縊. e o que acontece? Um dia est疱amos aqui de bobeira e o cara liga pra dizer que um canal de tv do jap縊 iria mandar uma euqipe de reportagem para a casa dele, pra filmar todas as rea鋏es dele durante o jogo. Tudo isso porque no Jap縊 todo, s existem 3 caras desse pas e as outras emissoras j haviam mandado equipes para a casa dos demais. Resultado, fomos todos assistir a partida no alojamento novo do cara, uma zona. o resultado foram muitas liga鋏es do Jap縊 para o meu namorado japon黌 e muitas pessoas que conhecem a gente aqui em Sapporo tamb駑. Foi uma exeri麩cia bacana
Escrito por foxlady às 10h08 O dia em que faremos contato Est cada dia mais difcil lembrar de coisas divertidas pra postar aqui... Agora que nada realmente mais novidade, tudo fica meio sem gra軋 e sem sol... de vez em quando vou andando e lembro, putz, isso seria bacana, mas a ando com a cabe軋 cheia de questes sem lgica que acabo perdendo o fio da meada... pois bem, vamos falar sobre algo que eu nem queria postar mas vamos postar: o dia em que a gente alugou um carro. Isso mesmo, a gente. Eu, o Andrew, a Cleide e o Sano. Tnhamos que carregar o resto da mudan軋, o Andrew tinha ganho uns tro輟s de um cara que se mudou pra Tquio e eu tinha uma pilha de coisas acumuladas neste ltimo ano pra levar pra casa nova. Da resolvemos que a melhor sada seria um carro mesmo. Escolhemos um razoavelmente grande e descobrimos na locadora que o tro輟 ficaria com a gente por 24 horas. Matuta de l, matuta de c, veio a brilhante id駟a de fazer a mudan軋 na noite do dia anterior e rodar por a de dia. Pegamos o carro na empresa numa sexta de noite, catamos tudo na sexta mesmo e s畸ado de manh samos por a... sem nem saber direito por onde amos. Sabe o que foi mais esquisito? Que todos ns est疱amos numa alegria enorme, como se o carro fosse nosso de verdade. Todo mundo feliz e sorridente pq amos sair de sapporo com um carro e que a gente poderia parar em qualquer lugar, pra tirar foto ou fazer xixi... uma sensa鈬o maravilhosa pra quem ficou privado de um passeio de carro por mais de um ano. Gratificante.
Resolvemos, no meio do caminho, irmos para o museu do salm縊 em Chitose. Quando ouvi falar sobre esse museu eu achei a id駟a estpida. Quando vi os panfletos o negcio ficou mais interessante e depois da visita a coisa toda pareceu muito melhor do que o esperado. A come軋r pela entrada. pagamos meia por sermos estudantes universit疵ios e ainda recebemos fones de ouvido para tradu鈬o direta do filminho sobre a migra鈬o dos salmes. Uma delcia ser bem tratado. O museu todo composto por bichos vivos, o ttulo de aqu疵io ficaria melhor para ele. Tem aqu疵ios descomunais com toda uma variedade de salmes dentro, uma loucura. Em um dos corredores, um aqu疵io comprido percorre o caminho todo, e salmes de v疵ios tamanhos nadam contra uma correnteza proposital, para manter os bichinhos em movimento. Chegando ao fim do museu, surpresa! Ele construdo com uma parte dentro do rio, e nessa 疵ea tem umas janelas de vidro para que na 駱oca da subida no rio a galera possa ver os salmes passando. Agora n縊 駱oca de desova ent縊 a gente s viu o rio correndo mesmo.
Depois de toda a explic肅縊 ainda havia a parte de educa鈬o ambiental. Na parte de tr疽 do museu existe um riachinho, e todos os visitantes eram convidados a pegar alguns alevinos e solt-los no rio. Na sada a gente recebia um cart縊zinho, dizendo que os peixes que a gente tinha acabado de soltar iriam retornar aquele mesmo rio somente em 2007. Muito massa.
Escrito por foxlady às 09h50 A m疊ica deste lugar Ainda faz frio nessa terra, mas aos poucos as flores andam aparecendo, ainda meio tmidas, indecisas se devem abrir suas p騁alas ou proteg-las do frio. Algumas s縊 bastante decididas, explodem em cores antes mesmo do inverno decidir-se em ir embora, meio que numa raiva por ter de esperar tanto tempo. A m疊ica toda essa, as coisas aqui as vezes explodem sem dar aviso. Ainda temos gelos nas ruas, gramas que passaram o inverno todo sepultadas sob toneladas de gelo soltando suas folhinhas verdes, flores de tub駻culos explodindo em cores, brancas, roxas, amarelas, e a vida, como que por m疊ica, ressurge, mesmo ainda com a presen軋 estravagante do inverno. e vendo isso que cada dia mais eu tenho certeza de que a natureza perfeita e n縊 precisa do homem pra sobreviver...
Escrito por foxlady às 03h32 ENLEIO Que que vou dizer a voc? N縊 estudei ainda o cdigo de amor. Inventar, n縊 posso. Falar, n縊 sei. Balbuciar, n縊 ouso. Fico de olhos baixos, espiando, no ch縊, a formiga. Voc sentada na cadeira de palhinha. Se ao menos voc ficasse a nessa posi鈬o Perfeitamente imvel. como est, uns quinze anos (s isso) Ent縊 eu diria: Eu te amo. Por enquanto sou apenas o menino Diante da mulher que n縊 percebe nada. Ser que voc n縊 entende, ser que voc burra?
Carlos Drummond de Andrade
Um dos meus poeminhas favoritos...
Escrito por foxlady às 02h58 A vida como ela A neve foi embora, novos brasileiros chegando, muitos indo embora e aqui fico eu, no meio dessa circula鈬o toda. Agora estou bem adaptada a minha nova casa. Esse fds passado tivemos duas festas de comemora鈬o, coisa light, dois jantarzinhos na minha casa e na do Andrew. Estamos eu, duas hamsters (mogu mogu e uki uki) oito peixes (dois copper, um chupa-pedra albino e cinco melanot麩ias arco-ris) e um namorado. Eu, a Cleide e o Andrew estamos vivendo uma fase meio friends. Cada um tem a chave do ap do outro e como os aps s縊 pequenos estamos transformando eles em espa輟s variados. A casa da Cleide o melhor lugar pra cozinhar. A minha casa o zoolgico e teoricamente o melhor lugar pra se fazer as refei鋏es por causa da mesa estilo ocidental que a Simone me deixou de heran軋, vindo, segundo ela, de um restaurante que faliu e vendeu todas as suas coisas. Apesar da mesa ainda continuamos comendo na casa da Cleide, que a minha vizinha de porta. Ent縊 ficou como zoolgico mesmo. A casa do Andrew a mais confort疱el para assistir tv. Ele ganhou duas poltronas de couro de um cara que se mudou pra Tquio, comprou um dvd e agora a gente est se empaturrando de assitir friends na casa dele. Fora que o ap do rabujento maior que o da gente e como ele n縊 tem muita coisa ainda a casa acaba sendo bastante espa輟sa. S畸ado fez um ano que eu sai de Recife. O tempo voa, esse ano de 2004 foi bastante interessante, cheio de mudan軋s... pra quem tava acostumada a ter uma vidinha linear por alguns anos, as coisas aqui andam super movimentadas. Tava lembrando com o marcelo, um brasileiro que veio no mesmo vo de sampa at sapporo, como as coisas foram no come輟. O marcelo gordo, eu magra, conheci a figura em Nova Iorque, depois da bagaceira de passar pela imigra鈬o com pescocinho (a girafa amarela que eu ganhei de S駻gio). O cara tava com uma mochila dessas de acampamento, dois metros de altura, um casaco vermelho e de bermud縊. Uma figura. Fora isso, tinha um doido gacho que estava carregando uma imensa caixa de bombons, pq a coisa toda n縊 cabia na mala. Essas s縊 as minhas lembran軋s de Nova Iorque e dos mombusheiros que vieram parar do outro lado do mundo. Desse povo todo eu s tenho contato com o marcelo, o resto do pessoal acabou ficando por tquio, pelo menos a maioria das 16 pessoas. ノramos 18 e 2 foram parar sabe deus onde.
Escrito por foxlady às 04h46 |