=X= Fox Lady =X=
A raposa que perdeu a linhagem e decidiu ir em busca de seu Caminho. Impetuosa, partiu rumo as Terras Ancestrais e lá começou a viver suas grandes aventuras, conhecendo o seu destino.






=X= Espírito do Lobo =X=
Amigo do Outro Mundo que vaga sorrateiro, quase sem nenhum olho ver, sempre vigilante e disposto a procurar o caminho.

Histórico:

- 01/01/2008 a 31/01/2008
- 01/03/2006 a 31/03/2006
- 01/02/2006 a 28/02/2006
- 01/12/2005 a 31/12/2005
- 01/11/2005 a 30/11/2005
- 01/09/2005 a 30/09/2005
- 01/08/2005 a 31/08/2005
- 01/07/2005 a 31/07/2005
- 01/06/2005 a 30/06/2005
- 01/05/2005 a 31/05/2005
- 01/04/2005 a 30/04/2005
- 01/03/2005 a 31/03/2005
- 01/02/2005 a 28/02/2005
- 01/01/2005 a 31/01/2005


Blogs Amigos:

- L疳ide - Blog do Coveiro
- Lua Negra
- Criaturas
- Rex, o cachorr縊


Nota para o Blog:

- Vote nessa história


Visitantes:



Layout por:

Coveiro X
http://lapide.zip.net




você está ouvindo: RENT - Seasons of love

BAGUNヌA ORGANIZADA  

Incrvel como a cada dia que passa a gente tem mais certeza que todos aqueles coment疵ios que ningu駑 consegue ser mais feliz que os povos latinos mais do que verdade. Aqui quando os jovens querem se divertir eles enchem a cara. E de cara cheia, todo mundo tem a desculpa de poder fazer o que quiser, mesmo que vc n縊 esteja de cara cheia de verdade. Basta um copo de cerveja e vc tem plena liberdade de fazer muitas coisas que te probem no dia-a-dia. E assim, no Brasil feio vc chegar de cara cheia no lab, falar pra todo mundo que vc tomou todas ontem (inclusive seu professor) e que ainda est de ressaca, pega mal. Aqui parece que meio um trof騏, muitas vezes eles v縊 para festas e acabam voltando para o laboratrio, mesmo que seja pra arriar a cabe軋 na mesa e ficar babando no computador. Os hobbies de cada um tamb駑 s縊 levados muito a s駻io. Aqui n縊 existem amadores, se algu駑 decide fazer algo se empenha ao m痊imo para fazer e n縊 pode ter equipamento baratinho, tem que ser a melhor marca. Mesmo que eles n縊 consigam dar uma tacada sequer na bolinha de golfe, todos eles est縊 devidamente equipados para serem os melhores jogadores do mundo. Se n縊 der certo o hobbie, lees vendem as coisas depois nos chamados "flea markets", a pre輟 de banana.

Mas o maior espanto para mim um grupo de motoqueiros arruaceiros, que rodam madrugada a fora com suas m痃uinas envenenadas pelas ruas de sapporo. Moro ao lado de uma das avenidas principais, e toda noite eles cruzam ela com suas motos. Detalhe, algumas chegam ao pre輟 de 3 milhes de yens! E uma bagun軋, sim, mas ainda assim ao estilo japon黌 de ser. Sempre acompanhando a marmota vai um carro, estilo banheira, de vidros fum com rodas rebaixadas, acompanhando a cambada. ノ o carro que fica respons疱el pela trilha sonora da confus縊, que se resume ao toque da buzina que tem a msica tema do "poderoso chef縊". Bizarro! Fora isso, n縊 poderia faltar os roncos das motos. E pra fechar tudo isso com chave de ouro, de vez em quando um carro da polcia vai acompanhando o cortejo com a sirene ligada, s fazendo barulho, sem moral algum. Explico: os caras que fazem isso tem muito dinheiro e se um desses morre confus縊 na certa. ent縊 a polcia vai acompanhando o cortejo, esperando que algu駑 tenha boa vontade de descer da moto e pedir para ser preso, pq nem amea軋r com a arma o policial pode. Vai entender a lgica disso...



 Escrito por foxlady às 22h43
[ ] [ Envie esse texto ]


HOKUDAISAI

Todos os anos, nesta universidade, por volta da chegada do ver縊 hora de algo chamado Hokudaisai acontecer. Explico: Hokudaisai o nome do festival que acontece nesta universidade, que muito parecido com a nossa festa junina. Sabe aquele monte de barraquinha com comidas tpicas e tal? Pronto, esque軋 a quadrilha, puxe os olhinhos de quem participa e troque as comidas... voua-l! Hokudaisai!

Este ano n縊 estava muito afim de trabalhar nas barracas (assim como no ano passado) mas a Cleide estava na barraca da Igreja e na do Brasil. Eu fui visit-la um dia na barraca da Igreja e o clima estava t縊 bacana que fui ficando, ficando e acabei curtindo horrores, muito bom! O festival funciona de dois modos: Uma ala de japoneses e outra de estrangeiros separadas entre si por quase um quarteir縊... isso soa hostil e muitas pessoas se perguntam o pq disso... Ao que parece os dois eventos possuem organiza鋏es diferentes e consequentemente obriga鋏es diferentes. o maior problema foi o lixo, que aqui, devido a coleta seletiva, deve estar bem separadinho pra n縊 dar bronca. o lado japon黌 tem em cada ponto de coleta de lixo duas pessoas auxiliando vc a jogar o lixo e um monte de caixas de pl疽tico para n縊 ter tabalho de enfiar a m縊 na melequeira toda. o lado internacional cada barraca organizava seu prprio lixo e tinha depois que ser vistoriado pelos babacas da associa鈬o de estudantes... babacas mesmo pq na elei鈬o elegeram um cara pra ser diretor que completamente ridculo, um mala sem al軋...

Tirando isso, esse evento todo melembrou muito os tempos de escoteiro... e me deu uma saudade mas ao mesmo tempo me deixou muito feliz por ter encontrado nas pessoas da Igreja uma energia como a que eu sempre tinha na minha patrulha... hihihhihi

Da esquerda pra direita: Irna (Indon駸ia) e Cleide (Brasil)



 Escrito por foxlady às 10h44
[ ] [ Envie esse texto ]


VISITA AO HOSPITAL

Hj foi um dia atpico, fomos visitar uma das mestrandas deste laboratrio no hospital. H um m黌 atr疽 ela passou mal, estava com dor de estmago e dor de cabe軋. Foi para o laboratrio de gen騁ica fazer uns experimentos e desmaiou. Foi levada de ambul穗cia para o hospital da universidade e n縊 conseguia falar. Depois de alguns dias acharam que era por causa da dor de estmago, que segundo dizem foi causada por um vrus. Dias depois ela n縊 conseguia caminhar e nem falar, a decidiram fazer uma resson穗cia magn騁ica da cabe軋 para ver se ela tinha lgo al駑 da dor de estmago. Ela tinha sofrido um derrame no cerebelo e estava com um co疊ulo de 4 cm... isso tudo para comentar algo sobre diferen軋s culturais. A garota recebe visita por parte das pessoas deste laboratrio desde que ela se internou. Isso envolve duas garotas e meu professor, que orientador dela. Mas vejamos bem... o que a gente faria no Brasil? Eu acho que esperar que a pessoa melhore seria uma boa id駟a... mas n縊 sei o que move essa sociedade, acho que mais a curiosidade de ver de perto que a preocupa鈬o de bem estar alheio que fez com que esses japoneses todos se movessem at l. Fui hoje, quando soube que ela estava melhor... eu e mais 4 pessoas. depois eu fiquei pensando, se fosse comigo eu n縊 iria querer que me vissem de pijama e doente. S os meus amigos mais prximos e n縊 pessoas que ficassem perguntando sobre como foi que eu desmaiei e nem como eu iria fazer meu experimento depois que eu me recuperasse (se que n縊 vai deixar sequelas, n?). N縊 sei mas parece algo cultural, ela parecia estar gostando da visita... e das perguntas e coment疵ios. Ela ainda n縊 consegue andar direito, n縊 consegue ler nem assitir tv, fala um pouco mais devagar e com o olhar bem distante, perdido... est lcida e conversa sobre tudo, rindo muito mais do que normalmente ria. espero que ela consiga chegar o mais perto possvel do que ela era antes do incidente. As chances de recupera鈬o s縊 boas... tenhamos f!



 Escrito por foxlady às 10h20
[ ] [ Envie esse texto ]


DENTE DE LEテO

Aiaiaiaai! eu sempre lembro de coisas que seriam interessantes para blogar mas sempre acabo me esquecendo delas... enfim! mais um post n縊 planejado, o que sair saiu! rsss!

hj fui ao jardim bot穗ico pela segunda vez, e pela primeira vez consegui entrar l. Explico, a primeira vez foi no ano passado, antes que ele se recuperasse do inverno. Passeamos ao redor do quarteir縊 e voltamos para casa frustrados. Hoje, por recomenda鈬o do meu orientador, fui procurar pulges verdes para o meu experimento... Explicando novamente, estou trabalhando com intera鈬o formiga-pulg縊, no come輟 foi meio for軋do mas agora estou achando cada dia mais interessante... a rela鈬o entre eles (pelo menos entre essas esp馗ies que eu estou trabalhando) muito bonita. As formigas carregam essas bolinhas de seiva pra um lado e para outro, como ns fazemos com carneirinhos ou vaquinhas. Quando chove elas se amontoam ao redor para proteger os pulges, carregam eles para locais mais protegidos, protegem os benditos com seus prprios corpos, lutam contra o pincel que eu uso para coletar esses insetos ferozmente, mesmo que isso custe a elas o meu peteleco ou assopro (maldade... mas debaixo do sol n縊 sempre que d para ser gentil)... isso tudo para obter um lquido chamado honeydew, que cont駑 subst穗cias bacanas para a nutri鈬o das formigas. Como o leite da vaquinha e do carneirinho... rssss

meu professor uma figura, parece uma crian軋 gigante. e ele vive com a cabe軋 nas nuvens! ele me disse onde estavam os pulges, fui l, aproveitei que entrei de gra軋 por causa da carteirinha da universidade e dei uma volta pelo parque... o bacana que o parque inteiro cheira a raposa! E tem um museu bacaninha l dentro, com muitos animais empalhados... alguns deles j extintos, como o lobo japon黌 (maior do que o lobo europeu) e outros em risco de extin鈬o. Me fascina a taxidermia, o desafio de vc colocar um corpo numa posi鈬o o mais fiel possvel da vida. tentei aprender com seu M疵io mas nunca havia muitos bichos mortos para a atividade (isso mesmo, n縊 matei ningu駑 para empalhar, ok? a gente pegava defuntinhos).



 Escrito por foxlady às 08h08
[ ] [ Envie esse texto ]